mercoledì 13 ottobre 2010
martedì 5 ottobre 2010
Catecismo da igreja catolica
C.41 COLÉGIO APOSTÓLICO
C.41.1 Colégio apostólico dos doze e de Pedro
§552 No colégio dos Doze, Simão Pedro ocupa o primeiro lugar. Jesus confiou-lhe uma missão única. Graças a uma revelação vinda do Pai, Pedro havia confessado: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mt 16,16). Nosso Senhor lhe declara na ocasião: "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja, e as Portas do Inferno nunca prevalecerão contra ela" (Mt 16,18). Cristo, "Pedra viva"; garante a sua Igreja construída sobre Pedro a vitória sobre as potências de morte. Pedro, em razão da fé por ele confessada, permanecerá como a rocha inabalável da Igreja. Terá por missão defender esta fé de todo desfalecimento e confirmar nela seus irmãos.
C.41.2 Colégio episcopal e colégio apostólico
§880 Cristo, ao instituir os Doze, "instituiu-os à maneira de colégio ou grupo estável, ao qual propôs Pedro, escolhido dentre eles." Assim como, por disposição do Senhor, São Pedro e os outros apóstolos constituem um único colégio apostólico, de modo semelhante o Romano Pontífice, sucessor de Pedro, e os Bispos, sucessores dos Apóstolos, estão unidos entre si.
C.41.3 Eleição do colégio apostólico
§1577 "Só um varão ('vir') batizado pode receber validamente a ordenação sagrada ." O Senhor Jesus escolheu homens ("viri") para formar o colégio dos doze Apóstolos e os apóstolos fizeram o mesmo quando escolheram os colaboradores que seriam seus sucessores na missão . O colégio dos Bispos, ao qual os presbíteros estão unidos no sacerdócio, torna presente e atualiza, até o retomo de Cristo, o colégio dos doze. A Igreja se reconhece vinculada por essa escolha do próprio Senhor. Por isso, a ordenação de mulheres não é possível .
C.41.4 Múnus de ligar e desligar
§881 Somente Simão, a quem deu o nome de Pedro, o Senhor constituiu em pedra de sua Igreja. Entregou-lhe as chaves da mesma, instituiu-o pastor de todo o rebanho. Porém, o múnus de ligar e desligar, que foi dado a Pedro, consta que também foi dado ao colégio dos apóstolos, unido a seu chefe." Este oficio pastoral de Pedro e dos outros Apóstolos faz parte dos fundamentos da Igreja e é continuado pelos Bispos sob o primado do Papa.
§1444 Conferindo aos apóstolos seu próprio poder de perdoar os pecados, o Senhor também lhes dá a autoridade de reconciliar os pecadores com a Igreja. Esta dimensão eclesial de sua tarefa exprime-se principalmente na solene palavra de Cristo a Simão Pedro: "Eu te darei as chaves do Reino dos Céus, e o que ligares na terra ser ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus" (Mt 16,19). "O múnus de ligar e desligar, que foi dado a Pedro, consta que também foi dado ao colégio do apóstolos, unido a seu chefe (cf. Mt 18,18; 28,16-20 )."
C.41.5 Nova Aliança e colégio apostólico
§816 "A única Igreja de Cristo (...) é aquela que nosso Salvador depois de sua Ressurreição, entregou a Pedro para que fosse seu pastor e confiou a ele e aos demais Apóstolos para propagá-la e regê-la... Esta Igreja, constituída e organizada neste mundo como uma sociedade, subsiste na ( "subsistit in") Igreja Católica governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele":
O Decreto sobre o Ecumenismo, do Concílio Vaticano II, explicita: "Pois somente por meio da Igreja católica de Cristo, 'a qual é meio geral de salvação', pode ser atingida toda a plenitude dos meios de salvação. Cremos que o Senhor confiou todos os bens da Nova Aliança somente ao Colégio Apostólico, do qual Pedro é o chefe, a fim de constituir na terra um só Corpo de Cristo, ao qual é necessário que se incorporem plenamente todos os que, de que alguma forma, já pertencem ao Povo de Deus".
C.42 COLÉGIO EPISCOPAL (Corpo episcopal)
C.42.1 Autoridade e colégio episcopal
§883 "O colégio ou corpo episcopal não tem autoridade se nele não se considerar incluído, como chefe, o Romano Pontífice." Como tal, este colégio é "também ele detentor do poder supremo e pleno sobre a Igreja inteira. Todavia, este poder não pode ser exercido senão com o consentimento do Romano Pontífice.
§884 "O colégio dos Bispos exerce o poder sobre a Igreja inteira, de forma solene, no Concílio Ecumênico." Não pode haver Concílio Ecumênico que, como tal, não seja aprovado ou ao menos reconhecido pelo sucessor de Pedro."
C.42.2 Bispo de Roma e colégio episcopal
§936 O Senhor fez de São Pedro o fundamento visível de sua Igreja. Entregou-lhe suas chaves. O Bispo da igreja de Roma, sucessor de São Pedro, é "a cabeça do colégio dos Bispos, Vigário de Cristo e, aqui na terra, pastor da igreja ".
C.42.3 Bispos e colégio episcopal
§877 Igualmente, é da natureza sacramental do ministério eclesial que exista um caráter colegial. Efetivamente, desde o início de seu ministério o Senhor Jesus instituiu os Doze, "os germes do Novo Israel e ao mesmo tempo a origem da sagrada hierarquia. Escolhidos conjuntamente, são também enviados conjuntamente, e sua união fraterna estará a serviço da comunhão fraterna de todos os fiéis; esta união será como um reflexo e um testemunho da comunhão das pessoas divinas. Por isso, todo bispo exerce seu ministério dentro do colégio episcopal, em comunhão com o Bispo de Roma, sucessor de São Pedro e chefe do colégio; os presbíteros exercem seu ministério dentro do presbitério da diocese, sob a direção de seu Bispo.
C.42.4 Consagração do Bispo e colégio episcopal
§1559 "Alguém é constituído membro do corpo episcopal pela sagração sacramental e pela hierárquica comunhão com o chefe e os membros do Colégio ." O caráter e a natureza colegial da ordem episcopal se manifestam, entre outras, na antiga prática da Igreja, que requer para a consagração de um novo Bispo a participação de vários Bispos . Para a legítima ordenação de um Bispo, é hoje exigida uma especial intervenção do Bispo de Roma, em razão de sua qualidade de vínculo visível supremo da comunhão das Igrejas particulares na única Igreja e garantia de sua liberdade.
C.42.5 Expressão do colégio episcopal
§885 "Enquanto composto de muitos, este Colégio exprime a variedade e a universalidade do povo de Deus e, enquanto unido sob um só chefe, exprime a unidade do rebanho de Cristo.
C.42.6 Igreja e colégio episcopal
§857 A Igreja é apostólica por ser fundada sobre os apóstolos, e isto em um tríplice sentido:
ela foi e continua sendo construída sobre "o fundamento dos apóstolos" (Ef 2,20), testemunhas escolhidas e enviadas em missão pelo próprio Cristo;
ela conserva e transmite, com a ajuda do Espírito que ela habita, o ensinamento, o depósito precioso, as salutares palavras ouvidas da boca dos apóstolos;
ela continua a ser ensinada, santificada e dirigida pelos apóstolos até a volta de Cristo, graças aos que a eles sucedem na missão pastoral: o colégio dos bispos, "assistido pelos presbíteros, em união com o sucessor de Pedro, pastor supremo da Igreja".
"Pastor eterno, vós não abandonais o rebanho, mas o guardais constantemente pela proteção dos Apóstolos. E assim a Igreja é conduzida pelos mesmos pastores que pusestes à sua frente como representantes de vosso Filho, Jesus Cristo, Senhor nosso".
§869 A Igreja é apostólica: está construída sobre fundamentos duradouros: "Os doze Apóstolos do Cordeiro"; ela é indestrutível; é infalivelmente mantida na verdade: Cristo a governa por meio de Pedro e dos demais apóstolos, presentes em seus sucessores, o Papa e o colégio dos Bispos.
C.42.7 Igrejas particulares e espírito colegial
§ 886 "Os Bispos individualmente são o visível princípio e fundamento da unidade em suas Igrejas particulares. " Nesta qualidade, "exercem sua autoridade pastoral sobre a porção do povo de Deus que lhes foi confiada" assistidos pelos presbíteros c pelos diáconos. Todavia, como membros do colégio episcopal, cada um deles participa da solicitude por todas as Igrejas, solicitude esta que exercem primeiramente "governando bem sua própria Igreja como uma porção da Igreja universal", contribuindo, assim, "para o bem de todo o Corpo Místico, que é também o Corpo das Igrejas". Esta solicitude estender-se-á particularmente aos pobres, aos perseguidos por causa da fé, assim como aos missionários que atuam em toda a terra.
§ 887 As Igrejas particulares vizinhas e de cultura homogênea formam províncias eclesiásticas ou conjuntos mais amplos, denominados patriarcados ou regiões Os Bispos desses conjuntos podem reunir-se em sínodos ou em concílios provinciais. "Da mesma forma, as Conferências Episcopais podem hoje em dia, contribuir de forma múltipla e fecunda para que o espírito colegial se realize concretamente."
C.42.8 Infalibilidade do colégio episcopal
§891 "Goza desta infalibilidade o Pontífice Romano, chefe do colégio dos Bispos, por força de seu cargo quando, na qualidade de pastor e doutor supremo de todos os fiéis e encarregado de confirmar seus irmãos na fé, proclama, por um ato definitivo, um ponto de doutrina que concerne à fé ou aos costumes... A infalibilidade prometida à Igreja reside também no corpo episcopal quando este exerce seu magistério supremo em união com o sucessor de Pedro", sobretudo em um Concílio Ecumênico. Quando, por seu Magistério supremo, a Igreja propõe alguma coisa "a crer como sendo revelada por Deus" como ensinamento de Cristo, "é preciso aderir na obediência da fé a tais definições. Esta infalibilidade tem a mesma extensão que o próprio depósito da Revelação divina.
C.41.1 Colégio apostólico dos doze e de Pedro
§552 No colégio dos Doze, Simão Pedro ocupa o primeiro lugar. Jesus confiou-lhe uma missão única. Graças a uma revelação vinda do Pai, Pedro havia confessado: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mt 16,16). Nosso Senhor lhe declara na ocasião: "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja, e as Portas do Inferno nunca prevalecerão contra ela" (Mt 16,18). Cristo, "Pedra viva"; garante a sua Igreja construída sobre Pedro a vitória sobre as potências de morte. Pedro, em razão da fé por ele confessada, permanecerá como a rocha inabalável da Igreja. Terá por missão defender esta fé de todo desfalecimento e confirmar nela seus irmãos.
C.41.2 Colégio episcopal e colégio apostólico
§880 Cristo, ao instituir os Doze, "instituiu-os à maneira de colégio ou grupo estável, ao qual propôs Pedro, escolhido dentre eles." Assim como, por disposição do Senhor, São Pedro e os outros apóstolos constituem um único colégio apostólico, de modo semelhante o Romano Pontífice, sucessor de Pedro, e os Bispos, sucessores dos Apóstolos, estão unidos entre si.
C.41.3 Eleição do colégio apostólico
§1577 "Só um varão ('vir') batizado pode receber validamente a ordenação sagrada ." O Senhor Jesus escolheu homens ("viri") para formar o colégio dos doze Apóstolos e os apóstolos fizeram o mesmo quando escolheram os colaboradores que seriam seus sucessores na missão . O colégio dos Bispos, ao qual os presbíteros estão unidos no sacerdócio, torna presente e atualiza, até o retomo de Cristo, o colégio dos doze. A Igreja se reconhece vinculada por essa escolha do próprio Senhor. Por isso, a ordenação de mulheres não é possível .
C.41.4 Múnus de ligar e desligar
§881 Somente Simão, a quem deu o nome de Pedro, o Senhor constituiu em pedra de sua Igreja. Entregou-lhe as chaves da mesma, instituiu-o pastor de todo o rebanho. Porém, o múnus de ligar e desligar, que foi dado a Pedro, consta que também foi dado ao colégio dos apóstolos, unido a seu chefe." Este oficio pastoral de Pedro e dos outros Apóstolos faz parte dos fundamentos da Igreja e é continuado pelos Bispos sob o primado do Papa.
§1444 Conferindo aos apóstolos seu próprio poder de perdoar os pecados, o Senhor também lhes dá a autoridade de reconciliar os pecadores com a Igreja. Esta dimensão eclesial de sua tarefa exprime-se principalmente na solene palavra de Cristo a Simão Pedro: "Eu te darei as chaves do Reino dos Céus, e o que ligares na terra ser ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus" (Mt 16,19). "O múnus de ligar e desligar, que foi dado a Pedro, consta que também foi dado ao colégio do apóstolos, unido a seu chefe (cf. Mt 18,18; 28,16-20 )."
C.41.5 Nova Aliança e colégio apostólico
§816 "A única Igreja de Cristo (...) é aquela que nosso Salvador depois de sua Ressurreição, entregou a Pedro para que fosse seu pastor e confiou a ele e aos demais Apóstolos para propagá-la e regê-la... Esta Igreja, constituída e organizada neste mundo como uma sociedade, subsiste na ( "subsistit in") Igreja Católica governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele":
O Decreto sobre o Ecumenismo, do Concílio Vaticano II, explicita: "Pois somente por meio da Igreja católica de Cristo, 'a qual é meio geral de salvação', pode ser atingida toda a plenitude dos meios de salvação. Cremos que o Senhor confiou todos os bens da Nova Aliança somente ao Colégio Apostólico, do qual Pedro é o chefe, a fim de constituir na terra um só Corpo de Cristo, ao qual é necessário que se incorporem plenamente todos os que, de que alguma forma, já pertencem ao Povo de Deus".
C.42 COLÉGIO EPISCOPAL (Corpo episcopal)
C.42.1 Autoridade e colégio episcopal
§883 "O colégio ou corpo episcopal não tem autoridade se nele não se considerar incluído, como chefe, o Romano Pontífice." Como tal, este colégio é "também ele detentor do poder supremo e pleno sobre a Igreja inteira. Todavia, este poder não pode ser exercido senão com o consentimento do Romano Pontífice.
§884 "O colégio dos Bispos exerce o poder sobre a Igreja inteira, de forma solene, no Concílio Ecumênico." Não pode haver Concílio Ecumênico que, como tal, não seja aprovado ou ao menos reconhecido pelo sucessor de Pedro."
C.42.2 Bispo de Roma e colégio episcopal
§936 O Senhor fez de São Pedro o fundamento visível de sua Igreja. Entregou-lhe suas chaves. O Bispo da igreja de Roma, sucessor de São Pedro, é "a cabeça do colégio dos Bispos, Vigário de Cristo e, aqui na terra, pastor da igreja ".
C.42.3 Bispos e colégio episcopal
§877 Igualmente, é da natureza sacramental do ministério eclesial que exista um caráter colegial. Efetivamente, desde o início de seu ministério o Senhor Jesus instituiu os Doze, "os germes do Novo Israel e ao mesmo tempo a origem da sagrada hierarquia. Escolhidos conjuntamente, são também enviados conjuntamente, e sua união fraterna estará a serviço da comunhão fraterna de todos os fiéis; esta união será como um reflexo e um testemunho da comunhão das pessoas divinas. Por isso, todo bispo exerce seu ministério dentro do colégio episcopal, em comunhão com o Bispo de Roma, sucessor de São Pedro e chefe do colégio; os presbíteros exercem seu ministério dentro do presbitério da diocese, sob a direção de seu Bispo.
C.42.4 Consagração do Bispo e colégio episcopal
§1559 "Alguém é constituído membro do corpo episcopal pela sagração sacramental e pela hierárquica comunhão com o chefe e os membros do Colégio ." O caráter e a natureza colegial da ordem episcopal se manifestam, entre outras, na antiga prática da Igreja, que requer para a consagração de um novo Bispo a participação de vários Bispos . Para a legítima ordenação de um Bispo, é hoje exigida uma especial intervenção do Bispo de Roma, em razão de sua qualidade de vínculo visível supremo da comunhão das Igrejas particulares na única Igreja e garantia de sua liberdade.
C.42.5 Expressão do colégio episcopal
§885 "Enquanto composto de muitos, este Colégio exprime a variedade e a universalidade do povo de Deus e, enquanto unido sob um só chefe, exprime a unidade do rebanho de Cristo.
C.42.6 Igreja e colégio episcopal
§857 A Igreja é apostólica por ser fundada sobre os apóstolos, e isto em um tríplice sentido:
ela foi e continua sendo construída sobre "o fundamento dos apóstolos" (Ef 2,20), testemunhas escolhidas e enviadas em missão pelo próprio Cristo;
ela conserva e transmite, com a ajuda do Espírito que ela habita, o ensinamento, o depósito precioso, as salutares palavras ouvidas da boca dos apóstolos;
ela continua a ser ensinada, santificada e dirigida pelos apóstolos até a volta de Cristo, graças aos que a eles sucedem na missão pastoral: o colégio dos bispos, "assistido pelos presbíteros, em união com o sucessor de Pedro, pastor supremo da Igreja".
"Pastor eterno, vós não abandonais o rebanho, mas o guardais constantemente pela proteção dos Apóstolos. E assim a Igreja é conduzida pelos mesmos pastores que pusestes à sua frente como representantes de vosso Filho, Jesus Cristo, Senhor nosso".
§869 A Igreja é apostólica: está construída sobre fundamentos duradouros: "Os doze Apóstolos do Cordeiro"; ela é indestrutível; é infalivelmente mantida na verdade: Cristo a governa por meio de Pedro e dos demais apóstolos, presentes em seus sucessores, o Papa e o colégio dos Bispos.
C.42.7 Igrejas particulares e espírito colegial
§ 886 "Os Bispos individualmente são o visível princípio e fundamento da unidade em suas Igrejas particulares. " Nesta qualidade, "exercem sua autoridade pastoral sobre a porção do povo de Deus que lhes foi confiada" assistidos pelos presbíteros c pelos diáconos. Todavia, como membros do colégio episcopal, cada um deles participa da solicitude por todas as Igrejas, solicitude esta que exercem primeiramente "governando bem sua própria Igreja como uma porção da Igreja universal", contribuindo, assim, "para o bem de todo o Corpo Místico, que é também o Corpo das Igrejas". Esta solicitude estender-se-á particularmente aos pobres, aos perseguidos por causa da fé, assim como aos missionários que atuam em toda a terra.
§ 887 As Igrejas particulares vizinhas e de cultura homogênea formam províncias eclesiásticas ou conjuntos mais amplos, denominados patriarcados ou regiões Os Bispos desses conjuntos podem reunir-se em sínodos ou em concílios provinciais. "Da mesma forma, as Conferências Episcopais podem hoje em dia, contribuir de forma múltipla e fecunda para que o espírito colegial se realize concretamente."
C.42.8 Infalibilidade do colégio episcopal
§891 "Goza desta infalibilidade o Pontífice Romano, chefe do colégio dos Bispos, por força de seu cargo quando, na qualidade de pastor e doutor supremo de todos os fiéis e encarregado de confirmar seus irmãos na fé, proclama, por um ato definitivo, um ponto de doutrina que concerne à fé ou aos costumes... A infalibilidade prometida à Igreja reside também no corpo episcopal quando este exerce seu magistério supremo em união com o sucessor de Pedro", sobretudo em um Concílio Ecumênico. Quando, por seu Magistério supremo, a Igreja propõe alguma coisa "a crer como sendo revelada por Deus" como ensinamento de Cristo, "é preciso aderir na obediência da fé a tais definições. Esta infalibilidade tem a mesma extensão que o próprio depósito da Revelação divina.
Igreja Pentecostal de Nova Vida
PENTECOSTALISMO, o qUe é iSsO?
Em 1900 um teólogo chamado Charles Parham funda em Topeka Kansas City o Seminário Betel. No final do ano 1900 depois de muitas pesquisas teológicas a respeito do arrependimento, conversão, consagração, santificação, cura e a iminente vinda do Senhor Jesus a terra, Parham coloca como missão aos alunos o estudo sobre Atos dos Apóstolos, em especial o capítulo dois, sobre o batismo com o Espírito Santo. A partir daí, muitas coisas começaram a acontecer. Seus alunos tiveram várias experiências parecidas com as que estavam narradas no livro Bíblico. Dois de seus alunos, Frank Bartleman e Willian Seymour começaram a divulgar sobre tal acontecimento por vários lugares através de correspondências e folhetos. A experiência narrada em Atos dos Apóstolos era o falar em outras línguas, denominada como línguas estranhas pelo Apóstolo Paulo em Coríntios. Línguas estranhas porque as pessoas começam a falar e nem elas mesmo entendem o que está sendo dito. Mas, segundo a Bíblia é uma língua que faz o espírito humano comunicar de forma plena com o Espírito de Deus. No episódio de Atos, capítulo dois, as pessoas falavam línguas dos anjos e também em outros idiomas desconhecidos. Era uma forma nova e diferente que Deus estava usando para falar com as pessoas. Ouvindo-se, pois, aquele ruído, ajuntou-se a multidão; e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se admiravam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses que estão falando? Como é, pois, que os ouvimos falar cada um na própria língua em que nascemos? At 2:6-8.
A partir deste momento no início do século XX muita coisa começou a mudar. Até então, existia como igreja cristã, a igreja Católica Apostólica Romana e igrejas protestantes como Batista, Presbiteriana, Metodista, Anglicana, Congregacional, Luterana e Menonita. Começa um novo movimento dentro do protestantismo, o pentecostalismo, as igrejas pentecostais. Depois que os alunos de Charles Parham tiveram estas experiências, começaram a visitar vários lugares anunciando suas experiências. William Seymour e Frank Bartleman alugaram um galpão de uma firma falida na rua Azusa em Los Angeles e começaram a convidar as pessoas para orar juntos e receberem o poder de Deus através do batismo no Espírito Santo com a evidência em falar línguas estranhas. O movimento foi tão grande que chamou a atenção da mídia e pessoas do mundo inteiro começaram a ir aos EUA para visitar Los Angeles e ver de perto o que estava acontecendo. Muitos eram curados e libertos só ao passarem em frente à porta do galpão da rua Azusa. Coisas incríveis aconteceram. Durante três anos o galpão ficou aberto vinte e quatro horas por dia. Não tinha uma liturgia programada, tudo era dirigido pelo Espírito de Deus. Algumas mídias divulgavam como mover de Deus, outras julgavam ser charlatanismo. Enquanto isso, o número de pessoas ia crescendo e os depoimentos de milagres também.
Como este movimento chegou ao Brasil? Dois jovens pregadores da igreja Batista na Suécia, Daniel Berg e Gunar Vingre resolvem ir para os EUA ver de perto o que estava acontecendo em Los Angeles. Ao chegarem lá foram batizados no Espírito Santo em uma reunião de oração. Nesta reunião alguém profetizou dizendo que eles deveriam ir para o Pará, ao olharem no mapa onde ficava este lugar descobriram que era no Brasil. Em 1910 depois de serem expulsos de uma igreja Batista no Pará porque falavam em línguas estranhas, começaram a pregar na praça pública dando início a Igreja Assembléia de Deus no Brasil.
Em 1914, nos EUA, a Missão Fé Apostólica, nome colocado no galpão da rua Azusa, passa a chamar as Assembléias de Deus. Colocaram este nome no plural por causa da pluralidade de pessoas de outras denominações históricas estarem reunidas. As mesmas tinham sido rejeitadas de suas igrejas de origens porque também falavam em línguas estranhas. Muitas outras denominações pentecostais começaram a surgir, dentre algumas destaco a The Pentecostal Church of God, fundada no Brasil em 1957 com o nome de Igreja de Deus Pentecostal do Brasil e a Foursquare Church Gospel, fundada no Brasil em 1951 com o nome de Igreja do Evangelho Quadrangular.
O movimento pentecostal começou a crescer muito. No Brasil desde cedo se tornou um fenômeno religioso sendo estudado por teólogos, sociólogos e cientistas da religião. Depois do movimento pentecostal iniciado no início do século XX, vem o movimento carismático nas décadas de 60 e 70. Porque movimento carismático? Por que todas as igrejas históricas como Católica, Batista, Presbiteriana, Metodista, Anglicana, Luterana e outras que se renovava aceitando o batismo no Espírito Santo denominavam-se como igrejas carismáticas. Houve alguns pregadores que foram os protagonistas do movimento carismático. Dentre eles o reverendo Anglicano Denis Benetti, o pastor das Assembléias de Deus, David Du Plessis e o bispo canadense Roberto McAlister. Na época, estes três pregadores, começaram a influenciar igrejas protestantes históricas com o batismo no Espírito Santo. Também começaram a freqüentar o vaticano estreitando relacionamento. No início foi com papa João Paulo I e posteriormente com o Papa João Paulo II. Por causa disso Du Plessis teve sua credencial de pastor cassada pelas Assembléias de Deus dos EUA sendo considerado como um apóstata do pentecostalismo. Mais tarde, depois de entender melhor as intenções de Du Plessis, as Assembléias de Deus pediram perdão a ele e o receberam de volta como ministro.
Depois do movimento pentecostal e do movimento carismático vem o movimento neo-pentecostal também iniciado nas décadas de 60 e 70. O movimento neo-pentecostal pode ser identificado por três pontos básicos. Primeiro, são as igrejas dissidentes de alguma igreja pentecostal clássica. Segundo, igrejas que pregam a teologia da prosperidade (tem que dar todo seu dinheiro para a igreja, fazer um sacrifício além de suas possibilidades de cumpri-lo para ver o milagre de Deus porque o verdadeiro cristão tem que ser próspero). Terceiro, a maioria delas exploram de forma arrojada a mídia de rádio e televisão.
Hoje no Brasil o movimento neo-pentecostal é o que mais cresce, depois vem os pentecostais clássicos. As igrejas históricas não crescem muito e apesar da inércia vão se fragmentando cada vez mais em novas denominações e sobrenomes.
Infelizmente alguns estudiosos colocam os pentecostais clássicos e neo-pentecostais em uma mesma panela e os denominam como um só movimento. Na verdade não são. São movimentos distintos e bem diferentes apesar de haver nos últimos tempos muitos sincretismos teológicos. Como filho e neto de pentecostais clássicos tenho orgulho de ter nascido neste movimento. Hoje sou criticado pelos pentecostais por ser teólogo e criticado pelos teólogos por ser pentecostal. O diálogo entre estas duas vertentes sempre foi difícil, porém, se queremos viver o amor de Cristo isso deve se tornar possível.
Dedico esta coluna ao maior e mais fiel pentecostal que já conheci. Meu pai, pastor Cruz.
Pr. Sharles Ribeiro da Cruz
Diretor da EBCB
Em 1900 um teólogo chamado Charles Parham funda em Topeka Kansas City o Seminário Betel. No final do ano 1900 depois de muitas pesquisas teológicas a respeito do arrependimento, conversão, consagração, santificação, cura e a iminente vinda do Senhor Jesus a terra, Parham coloca como missão aos alunos o estudo sobre Atos dos Apóstolos, em especial o capítulo dois, sobre o batismo com o Espírito Santo. A partir daí, muitas coisas começaram a acontecer. Seus alunos tiveram várias experiências parecidas com as que estavam narradas no livro Bíblico. Dois de seus alunos, Frank Bartleman e Willian Seymour começaram a divulgar sobre tal acontecimento por vários lugares através de correspondências e folhetos. A experiência narrada em Atos dos Apóstolos era o falar em outras línguas, denominada como línguas estranhas pelo Apóstolo Paulo em Coríntios. Línguas estranhas porque as pessoas começam a falar e nem elas mesmo entendem o que está sendo dito. Mas, segundo a Bíblia é uma língua que faz o espírito humano comunicar de forma plena com o Espírito de Deus. No episódio de Atos, capítulo dois, as pessoas falavam línguas dos anjos e também em outros idiomas desconhecidos. Era uma forma nova e diferente que Deus estava usando para falar com as pessoas. Ouvindo-se, pois, aquele ruído, ajuntou-se a multidão; e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se admiravam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses que estão falando? Como é, pois, que os ouvimos falar cada um na própria língua em que nascemos? At 2:6-8.
A partir deste momento no início do século XX muita coisa começou a mudar. Até então, existia como igreja cristã, a igreja Católica Apostólica Romana e igrejas protestantes como Batista, Presbiteriana, Metodista, Anglicana, Congregacional, Luterana e Menonita. Começa um novo movimento dentro do protestantismo, o pentecostalismo, as igrejas pentecostais. Depois que os alunos de Charles Parham tiveram estas experiências, começaram a visitar vários lugares anunciando suas experiências. William Seymour e Frank Bartleman alugaram um galpão de uma firma falida na rua Azusa em Los Angeles e começaram a convidar as pessoas para orar juntos e receberem o poder de Deus através do batismo no Espírito Santo com a evidência em falar línguas estranhas. O movimento foi tão grande que chamou a atenção da mídia e pessoas do mundo inteiro começaram a ir aos EUA para visitar Los Angeles e ver de perto o que estava acontecendo. Muitos eram curados e libertos só ao passarem em frente à porta do galpão da rua Azusa. Coisas incríveis aconteceram. Durante três anos o galpão ficou aberto vinte e quatro horas por dia. Não tinha uma liturgia programada, tudo era dirigido pelo Espírito de Deus. Algumas mídias divulgavam como mover de Deus, outras julgavam ser charlatanismo. Enquanto isso, o número de pessoas ia crescendo e os depoimentos de milagres também.
Como este movimento chegou ao Brasil? Dois jovens pregadores da igreja Batista na Suécia, Daniel Berg e Gunar Vingre resolvem ir para os EUA ver de perto o que estava acontecendo em Los Angeles. Ao chegarem lá foram batizados no Espírito Santo em uma reunião de oração. Nesta reunião alguém profetizou dizendo que eles deveriam ir para o Pará, ao olharem no mapa onde ficava este lugar descobriram que era no Brasil. Em 1910 depois de serem expulsos de uma igreja Batista no Pará porque falavam em línguas estranhas, começaram a pregar na praça pública dando início a Igreja Assembléia de Deus no Brasil.
Em 1914, nos EUA, a Missão Fé Apostólica, nome colocado no galpão da rua Azusa, passa a chamar as Assembléias de Deus. Colocaram este nome no plural por causa da pluralidade de pessoas de outras denominações históricas estarem reunidas. As mesmas tinham sido rejeitadas de suas igrejas de origens porque também falavam em línguas estranhas. Muitas outras denominações pentecostais começaram a surgir, dentre algumas destaco a The Pentecostal Church of God, fundada no Brasil em 1957 com o nome de Igreja de Deus Pentecostal do Brasil e a Foursquare Church Gospel, fundada no Brasil em 1951 com o nome de Igreja do Evangelho Quadrangular.
O movimento pentecostal começou a crescer muito. No Brasil desde cedo se tornou um fenômeno religioso sendo estudado por teólogos, sociólogos e cientistas da religião. Depois do movimento pentecostal iniciado no início do século XX, vem o movimento carismático nas décadas de 60 e 70. Porque movimento carismático? Por que todas as igrejas históricas como Católica, Batista, Presbiteriana, Metodista, Anglicana, Luterana e outras que se renovava aceitando o batismo no Espírito Santo denominavam-se como igrejas carismáticas. Houve alguns pregadores que foram os protagonistas do movimento carismático. Dentre eles o reverendo Anglicano Denis Benetti, o pastor das Assembléias de Deus, David Du Plessis e o bispo canadense Roberto McAlister. Na época, estes três pregadores, começaram a influenciar igrejas protestantes históricas com o batismo no Espírito Santo. Também começaram a freqüentar o vaticano estreitando relacionamento. No início foi com papa João Paulo I e posteriormente com o Papa João Paulo II. Por causa disso Du Plessis teve sua credencial de pastor cassada pelas Assembléias de Deus dos EUA sendo considerado como um apóstata do pentecostalismo. Mais tarde, depois de entender melhor as intenções de Du Plessis, as Assembléias de Deus pediram perdão a ele e o receberam de volta como ministro.
Depois do movimento pentecostal e do movimento carismático vem o movimento neo-pentecostal também iniciado nas décadas de 60 e 70. O movimento neo-pentecostal pode ser identificado por três pontos básicos. Primeiro, são as igrejas dissidentes de alguma igreja pentecostal clássica. Segundo, igrejas que pregam a teologia da prosperidade (tem que dar todo seu dinheiro para a igreja, fazer um sacrifício além de suas possibilidades de cumpri-lo para ver o milagre de Deus porque o verdadeiro cristão tem que ser próspero). Terceiro, a maioria delas exploram de forma arrojada a mídia de rádio e televisão.
Hoje no Brasil o movimento neo-pentecostal é o que mais cresce, depois vem os pentecostais clássicos. As igrejas históricas não crescem muito e apesar da inércia vão se fragmentando cada vez mais em novas denominações e sobrenomes.
Infelizmente alguns estudiosos colocam os pentecostais clássicos e neo-pentecostais em uma mesma panela e os denominam como um só movimento. Na verdade não são. São movimentos distintos e bem diferentes apesar de haver nos últimos tempos muitos sincretismos teológicos. Como filho e neto de pentecostais clássicos tenho orgulho de ter nascido neste movimento. Hoje sou criticado pelos pentecostais por ser teólogo e criticado pelos teólogos por ser pentecostal. O diálogo entre estas duas vertentes sempre foi difícil, porém, se queremos viver o amor de Cristo isso deve se tornar possível.
Dedico esta coluna ao maior e mais fiel pentecostal que já conheci. Meu pai, pastor Cruz.
Pr. Sharles Ribeiro da Cruz
Diretor da EBCB
lunedì 4 ottobre 2010
Maçonaria nas igrejas evangélicas...........
tem muitos outros videos, é bom ver todos, e depois podemos conversar....
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